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quarta-feira, maio 13, 2020

Atividade de Sociologia da Educação 1

Atividade utilizada em sociologia da educação

Para Émile Durkheim a educação teria como objetivo a socialização, diz ele que “a educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto”. O processo educacional consistiria na “assimilação pelo indivíduo de uma série de normas e princípios – sejam morais, religiosos, éticos ou de comportamento – que baliza a conduta do indivíduo num grupo. O homem, mais do que formador da sociedade, é um produto dela”. Levando em conta a narrativa desenvolvida no filme Pequenas Flores Vermelhas e a sociologia de Durkheim :

Assista ao Filme neste link: https://youtu.be/0ooK_mNCBr8

Agora resonda as questões abaixo:

1) Que tipo de cidadão a educação descrita no filme pretendia desenvolver?

2) A educação básica precisa ser conservadora?

3) Relacione o conceito de anomia e o comportamento do jovem Qiangqiang Fang. Por que Fang não conseguiu se “encaixar” nos modelos da escola?

4) O tipo de educação proposto ali daria certo em nossa sociedade? Por que?

terça-feira, maio 05, 2020

A história daEducação no Brasil: uma longa jornada rumo à universalização

 Desde a chegada dos jesuítas ao Brasil, no período colonial, muitas mudanças ocorreram na educação - alguns problemas porém, ainda assombram os brasileiros

Alunos da Escola Caetano de Campos, em São Paulo, em 1905| Foto: Divulgação / Escola Estadual Caetano de Campos

Uma educação focada exclusivamente na catequização. Foi assim que nasceu o embrião do ensino no Brasil, em 1549, quando os primeiros jesuítas desembarcaram na Bahia. A educação pensada pela Igreja Católica - que mantinha uma relação estreita com o governo português - tinha como objetivo converter a alma do índio brasileiro à fé cristã. Havia uma divisão clara de ensino: as aulas lecionadas para os índios ocorriam em escolas improvisadas, construídas pelos próprios indígenas, nas chamadas missões; já os filhos dos colonos recebiam o conhecimento nos colégios, locais mais estruturados por conta do investimento mais pesado.

“Os índios são papel em branco”, escreveu, certa vez, o líder jesuíta no Brasil, o padre Manuel de Nóbrega, em carta enviada à corte portuguesa. A educação dos índios, em especial da tribo curumim, era uma tarefa encampada pelo padre José de Anchieta, homem considerado um dos mais atuantes pedagogos da Companhia de Jesus. Para educar os indígenas, Anchieta lançava mão de recursos ainda atuais em algumas escolas brasileiras, como o teatro, a música e a poesia. Por causa de sua obra preservada, especialmente as cartas em que documentava as rotinas escolares, Anchieta pode ser apontado como um dos nomes de maior destaque da história da educação brasileira.

Em outra ponta da educação, com um atendimento diferenciado, estavam os filhos de portugueses. Os descendentes de europeus também frequentavam as aulas dos jesuítas, mas recebiam um ensinamento mais aprofundado, inclusive de outras matérias. O conhecimento repassado aos alunos não se restringia à propagação do ensino religioso, e envolvia mais conteúdo voltado às letras. A diferenciação do ensino para este público privilegiado era um pedido que vinha de cima, feito pela própria elite colonial que morava no Brasil.

De acordo com os registros históricos, a hierarquia familiar dos portugueses funcionava da seguinte maneira: o primogênito teria direito sobre todas as propriedades da família; o segundo filho era enviado aos colégios e, possivelmente, completaria seus estudos superiores na Europa; já o terceiro seria entregue à Igreja para seguir a vida religiosa. A educação letrada no Brasil colonial era direcionada somente aos homens. As mulheres não tinham acesso aos colégios e eram educadas somente para a vida doméstica e religiosa.

Ainda que houvesse uma segregação clara entre os ensinamentos repassados aos índios e aos filhos dos colonos, a educação jesuítica seguia (ou tentava seguir) um documento curricular: o Ratio Studiorum. Elaborado em 1599, a diretriz curricular era a base do conteúdo pensada pela Igreja. No Ratio, constava o ensino da gramática média, da gramática superior, das humanidades, da retórica, da filosofia e da teologia. A partir do ensino das letras, começava a se formar no país uma organização da sociedade hierarquizada pelo acesso à alfabetização. Isto é: teria mais chances de prosperar na colônia aquele que aprendesse a ler e escrever. Nos locais de ensino da Companhia de Jesus, os comportamentos exemplares eram bastante cobrados pelos padres. Os alunos que desrespeitassem os princípios morais cristãos eram punidos com castigos.


Ratio Studiorum, de 1599: conteúdo elaborado pela Igreja


Ao todo, até ser expulsa do Brasil, a Companhia de Jesus criou 25 residências, 36 missões e 17 colégios e seminários. “Talvez a Companhia tenha sido a mais importante, mas tivemos outras ordens religiosas operando no ensino brasileiro”, lembra Rosa Fátima de Souza, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara.


Em 1750, ano da assinatura do Tratado de Madrid entre Portugal e Espanha, a até então confortável situação da Companhia de Jesus no Brasil começou a se deteriorar. Nove anos depois, ocorreu a expulsão desta ordem religiosa das terras brasileiras. A educação jesuítica guarda poucas semelhanças com o que vemos hoje em dia nas escolas. O legado deixado pelos soldados de Cristo, porém, ainda é muito debatido na academia. Afinal, eles foram os predadores ou construtores da cultura?

Um ensaio da educação pública
A expulsão dos jesuítas, comandada pelo então primeiro-ministro de Portugal, Marquês do Pombal, significou uma remodelação total do sistema de ensino brasileiro. Por ordem do Estado, os jesuítas tiveram seus livros e manuscritos destruídos pelos portugueses, e a religião foi deixada de lado nos currículos. Tratava-se de uma tentativa de introduzir matérias mais práticas no dia a dia escolar. Entre a expulsão dos jesuítas e a organização de um novo modelo no Brasil, no entanto, o país amargou um hiato de cerca de dez anos sem uma escola estruturada.

Influenciado pelos ideais iluministas, Pombal tinha convicção de que era preciso modificar a educação no Brasil. E isso ocorre formalmente em 1772, com a chamada reforma pombalina. Após a instauração dessas mudanças, o Brasil dá seus primeiros passos na criação de um ensino público. A desestruturação da escola jesuíta, porém, fez com que os índios perdessem espaço no sistema de ensino. Por outro lado, a reorganização tornou o professor uma figura central do processo educacional. Neste período, foram criadas as aulas régias, ministradas por docentes concursados, que eram funcionários do Estado. “Portugal foi pioneiro na Europa em criar um ensino público. Era a própria monarquia que pagava o professor. Foram criadas poucas escolas, mas temos nessa época o nascimento dessa semente”, explica Rosa Fátima.

Curiosamente, as aulas régias eram realizadas nas casas dos próprios professores. Essa pulverização dos locais de ensino foi uma das principais dificuldades enfrentadas pelo governo português, que, além de não conseguir dar conta da formação de professores - uma carência histórica no país -, deixou vários jovens sem acesso às aulas. Não havia, também, uma sistematização da idade escolar. Eram atendidas crianças a partir dos sete anos, mas não existia um limite estabelecido para o tempo de estudo. Ainda há muito o que se pesquisar sobre este período, mas o que se tem de documentação histórica mostra que o alcance do ensino após as reformas pombalinas foi menor do que as práticas estruturadas pela Companhia de Jesus, cujo trabalho se espalhou por quase todo o país.


Educação vira lei

Um dos momentos mais importantes da história da educação no Brasil ocorre com a chegada da família real ao Brasil, em 1808, fugida da Europa por conta da invasão napoleônica a Portugal. Em um dos navios vindos da Europa, desembarcaram no Rio de Janeiro cerca de 60 mil livros que, mais tarde, dariam origem à Biblioteca Nacional, na própria capital carioca. A presença da coroa portuguesa impulsionou alguns investimentos na área da educação, aportes que culminaram na criação das primeiras escolas de ensino superior. Estes locais tinham como foco, exclusivamente, preparar academicamente os filhos da nobreza portuguesa e da aristocracia brasileira.


Material didático de Português, utilizado em 1915

De acordo com a historiadora Maria de Lourdes de Fávaro, esses locais tiveram duas características marcantes: o ensino profissionalizante e a preparação para o trabalho no serviço público - ou seja, para exercer diferentes funções na corte portuguesa. Na Bahia, os primeiros cursos criados foram nas áreas de Medicina e Economia. Em 1818, em Salvador, também foi criado o curso de Desenho Industrial. No Rio de Janeiro, além do curso de Medicina, foram abertos locais onde eram ensinadas práticas de agricultura e química. Inicialmente, apenas nesses dois estados as escolas de ensino superior foram instaladas.

Apesar de o país ter se tornado independente em 1822, a educação, durante o período Imperial, não contabilizou muitos avanços práticos. A gratuidade do ensino, estabelecida por determinação da corte portuguesa, não representou, de fato, investimentos em construção de escolas com espaços físicos adequados, muito menos contratação de professores bem formados e uso de métodos e materiais didáticos aprofundados. A falta de prioridade do investimento em educação prejudicou de forma mais significativa as classes populares do país. Os filhos das famílias mais ricas, por outro lado, tinham acesso facilitado ao colégio, e poderiam cursar universidades em Portugal.

Em 1827, foi sancionada a primeira lei brasileira que tratava exclusivamente da educação. O texto, em seu artigo 1º, afirmava que “Em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos, haverão as escolas de primeiras letras que forem necessárias”. A nova regra também foi um marco para as garotas, que passaram a se misturar aos meninos nas escolas de letras do Estado. Não havia, ainda, uma duração de tempo definida para o ensino primário, mas a lei foi o início de uma nova forma de organizar o ensino brasileiro.


No artigo 6º, a lei versava sobre as matérias que os professores deveriam ensinar em sala de aula. Constava do texto da lei o ensino da leitura, da escrita e da matemática, além princípios de moral cristã da religião católica e da história do Brasil. No mesmo texto, estranhamente, havia a previsão de que os professores considerados pouco qualificados para lecionar deveriam complementar a sua formação de forma individual - o Estado não bancaria a capacitação do docente. Neste ponto, o governo se isentou de investir e direcionar a capacitação dos profissionais de ensino - sendo que ainda predominavam os professores régios no país, decorrentes da reforma pombalina do século 18.

Só depois de alguns anos que a preocupação com a formação do professor voltou a se tornar uma prioridade. Os concursos para contratação de professores públicos avaliavam, como critério mais importante do que a formação formal, o nível de conhecimento sobre os assuntos de sala de aula. Em 1834, o governo monárquico inaugurou a primeira escola de formação de professores, a Escola Normal de Niterói. Durante os primeiros 50 anos de funcionamento, as escolas normais eram frequentadas quase que exclusivamente por homens.

Durante o período regencial, ocorreu uma reforma na Constituição que dura até hoje. No chamado Ato Adicional, instituído pelo governo, foi definido que o ensino elementar, o secundário e a formação de professores seriam de responsabilidade das províncias, e o ensino superior ficaria sob o guarda-chuva do poder central. Com isso, foi fortalecida a descentralização do ensino, com consequências negativas para a organização da educação no país.

Efervescência de pensamento

Após a proclamação da República, algumas reformas pontuais foram realizadas. A primeira delas foi do ministro da Instrução, Benjamin Constant, realizada em 1890, com foco no ensino superior. As escolas de base, no entanto, não entraram nas prioridades dos primeiros governos republicanos. Uma das heranças do período imperial brasileiro na Constituição Republicana de 1891 foi a manutenção da dualidade do sistema escolar: boas e poucas escolas para as elites e escolas de qualidade duvidosa para os demais. Basicamente, as escolas mantidas pelo governo federal eram destinadas aos mais ricos. Sobravam para as camadas mais pobres os colégios do sistema estadual, que, mesmo com um investimento maior após a lei republicana, eram locais com estrutura carente e composto por professores de baixa qualificação.

A tentativa de mudar essa realidade teve maior impulso a partir da década de 1920. O movimento da Escola Nova ganhou força no ambiente educacional, que sofreu reformas estaduais inspiradas nas ideais escolanovistas. Nomes como o do educador Anísio Teixeira despontaram como lideranças do movimento. A Escola Nova, no Brasil, ficou marcada pela tentativa de tornar a educação mais inclusiva e adotar um modelo mais moderno de ensino, voltado para uma educação prática da vida, tendo como base as ideias do filósofo americano John Dewey.


O modelo de escolas parque, por exemplo, implantado na Bahia e no Distrito Federal, embora tenha fracassado, foi um produto das ideias da Escola Nova. “Alguns estados conseguem se desenvolver mais, como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, mas em toda parte vemos esse esforço”, diz Rosa Fátima. Neste período, mesmo que com caráter privado, inicia-se uma preocupação com a educação infantil.

Ainda na década de 1920, é fundada a Associação Brasileira de Educação (ABE), criada por Heitor Lira. A entidade tinha a função era promover os primeiros grandes debates sobre a educação em nosso país. Apesar dos esforços para tentar avançar na implantação de um sistema educacional consistente, o analfabetismo entre jovens e adultos, um problema de âmbito nacional, continua assolando a sociedade. De acordo com o IBGE, a taxa de analfalbetismo na década de 1920, para pessoas a partir dos 15 anos, era de 65%. O percentual só foi baixar da metade da população na década de 1940, quando caiu para 40%, o que representava cerca de 15 milhões de pessoas.

Escolas profissionalizantes e a LDB

Com o golpe de 1930, alguns nomes de projeção na educação da década anterior ocuparam posições de destaque no cenário educacional. É no governo ditatorial de Getúlio Vargas que, apesar do controle ideológico que havia nas salas de aula, inicia-se um movimento em direção à criação de um sistema organizado de ensino. Uma das primeiras iniciativas do governo foi a criação do Ministério da Educação - ocupado primeiramente por Francisco Campos - e das secretarias estaduais de Educação.

A Constituição de 1934 foi a primeira a incluir em seu texto um capítulo inteiro sobre a educação. Fruto da forte centralização nacional que marcou o período varguista, o sistema educacional seguia as orientações e determinações do governo federal. A autonomia dos Estados era bastante limitada e regulada. Em 1942, foi regulamentado o ensino industrial. No mesmo ano, surgem as escolas do SENAI, direcionadas, especialmente, às camadas mais pobres da população.

Mas foi só após o governo varguista que a educação apareceu na Constituição como “um direito de todos”. No fim da década de 1940, as escolas secundárias têm forte expansão e, aos poucos, vão perdendo seu caráter elitista, embora o acesso ainda não fosse de todos. Segundo dados do Serviço de Estatística do Ministério da Educação e Cultura, em 1940, eram 155 mil frequentadores dessa etapa escolar. Dez anos depois, o número sobre para 365 mil. No ensino profissionalizante, também, a quantidade de alunos mais que dobra. É nesta época, inclusive, que as ideia do pedagogo pernambucano Paulo Freire ganham repercussão nacional, em especial seus métodos de alfabetização e de educação da população carente.


Capa de livro de História usado pelo Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, em 1945

Em 1961, é promulgada a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Histórico, o documento institui um núcleo de disciplinas comuns a todos os ramos. Mas é na segunda versão da LDB, porém, que se torna possível enxergar um sistema de ensino mais parecido com o atual. “Outra questão é que, neste período, cresce a participação das mulheres no ensino público; a divisão entre os sexos fica quase metade a metade”, compara a professora. Neste documento, de 1971, fica obrigatória a conclusão do primário, fixado em oito anos, e passam a ser utilizados os termos 1º grau e 2º grau - nesta segunda fase escolar, procura-se imprimir um caráter mais técnico, por preferência dos militares que comandavam o país. Essa ideia prevalece até 1982.

Essa estrutura permanece até LDB de 1996, quando entra em vigor a denominação de Ensino Fundamental e Ensino Médio. A mudança ocorrida naquele ano incluiu ambos os períodos como etapas da educação básica, e integrou, oficialmente, a educação infantil, que ganhou mais relevância no cenário nacional.

Apesar da construção educacional brasileira ter uma trajetória de quase 500 anos, o país ainda enfrenta gargalos na área. E o analfabetismo é um deles. O Plano Nacional de Educação (PNE), por exemplo, estabelece que o problema deve ser erradicado até 2025. Números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), porém, são desanimadores. Em 2017, foram computados 12 milhões de analfabetos, o que representa 7,2% da população adulta - o mesmo PNE, inclusive, estabeleceu uma meta de 6,5% até 2015.

Embora o Ensino Fundamental esteja praticamente universalizado no Brasil, o acesso à educação para crianças entre 4 e 5, que se tornou obrigatório, é de 90%. O dado é ainda pior nas faixas entre 15 e 17 anos, cuja taxa de escolarização é de 87,2%. “A valorização do magistério e as condições de estrutura das escolas são exemplos de coisas que avançamos pouco. Temos escolas ótimas, mas em várias regiões do país há uma precariedade absurda. A valorização do professor é um problema secular no Brasil, o que faz da qualidade do ensino, desde a educação infantil, nosso maior gargalo”, pondera Rosa Fátima."

Por Rodrigo Azevedo, especial para a Gazeta do Povo
Fonte: Gazeta do Povo

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segunda-feira, maio 04, 2020

PROPOSTA PARA AMENIZAR O SOFRIMENTO DO POVO NAS FILAS DA CEF

Qual a dificuldade da Prefeitura de Duque de Caxias/RJ, em organizar filas da Caixa Econômica Federal na cidade?

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Prefeitura organiza filas da Caixa Econômica Federal nesta quarta-feira
A preocupação com a possibilidade de aglomerações durante o recebimento do auxílio emergencial na Caixa Econômica Federal (CEF) tem causado aos homens e mulheres de bem desta cidade, uma indignação muito grande.
Não bastasse o sofrimento, a humilhação e o medo, a certeza que o governo de Washington Reis MDB, o Prefeito Covid-19, abandonou-os a própria sorte seus municípes.
Minha proposta é que a Secretaria de Saúde e Assistência Social, providenciem com as agências da CEF na cidade, tendas, colocar cadeiras higienizadas com álcool 70% e sistema de som,objetivo de reduzir as aglomerações e respeitar as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) quanto ao distanciamento de 1,5 metros entre as pessoas que precisam sair de casa para receber o auxílio emergencial mantendo demarcadas no espaçamento as pessoas, sendo chamadas pelo nome, conforme a sua senha. Paralelo a isto, um lanche de café com leite e biscoito para quem não tem nada, a não ser a esperança, adoça a alma.
Em uma cidade que conforme pesquisa da Universidade Federal Fluminense, é a com maior possibilidade de morte de Covid-19, no Estado do RJ, graças a ação irresponsável do atual prefeito. 

Um pequeno gesto de administração, ameniza a dor de quem sobrevive na incerteza.
Governos devem preocupar-se com as pessoas, eles existem porque estas existem.
Duque de Caxias Quem Ama Cuida!


segunda-feira, abril 20, 2020

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS NO CADERNO

2019


COMO FAZER UM TRABALHO ESCOLAR (MANUSCRITO)

Para fazer um bom trabalho escolar não é importante somente fazer uma boa pesquisa e escrever uma boa redação, a estrutura e organização do trabalho também contam muito para se obter uma boa nota. Por isso, a seguir, darei dicas de como fazer uma trabalho manuscrito digno de nota máxima.

⇒ Para iniciar separe o material básico a ser utilizado


- Para um trabalho manuscrito o ideal é utilizar PAPEL ALMAÇO OU CADERNO;
- A escrita dever ser feita com caneta de cor AZUL ou PRETA;
- Evite o uso de muitas cores e enfeites, utilize no máximo uma segunda cor para destaque dos títulos;

Observações importantes

- Observe o lado correto da folha de papel almaço, normalmente a parte de cima é alguns centímetros maior que a de baixo;
- Respeite as margens da folha;


⇒ Estrutura básica


- CAPA;
- ÍNDICE ou SUMÁRIO;
- INTRODUÇÃO;
- DESENVOLVIMENTO;
- CONCLUSÃO;
- BIBLIOGRAFIA.

⇒ CAPA


- Pode ser feita diretamente no PAPEL AMAÇO ou numa FOLHA DE SULFITE A4 BRANCA;
- Deve ser limpa, clara e sem muitas cores e enfeites;
- Contendo o nome completo da escola, o título do trabalho, o nome completo do aluno, o número de chamada, a série, a matéria e o nome do(a) professor(a).


⇒ ÍNDICE ou SUMÁRIO

- Indicação da localização (através dos números de página) de cada título, tema ou subtitulo;



⇒ INTRODUÇÃO


- Introdução ou apresentação é aonde você diz de maneira breve, e causando a curiosidade do leitor, todos os assuntos que serão tratados em sua pesquisa.


⇒ DESENVOLVIMENTO


- Esta é a parte mais importante do trabalho; é aqui que você vai expor sua pesquisa;
- Primeiramente, para um bom trabalho, você deve pesquisar em mais de um "lugar"; busque pesquisar o assunto que seu professor solicitou em vários sites diferentes, em livros, revistas, jornais, entre outros, quanto mais fontes melhor. Leia tudo com atenção e faça uma seleção do que achar mais interessante ao seu trabalho;
- É importante lembrar que você não deve fazer uma simples cópia daquilo que encontrar, mas uma redação com o apanhado das partes mais relevantes.
- Também é importante organizar esta parte do trabalho;
- Separe os assuntos por títulos de acordo com os assuntos solicitados;



⇒ CONCLUSÃO


- Aqui é a parte para se finalizar o trabalho, conclui-lo.
- Nos trabalhos escolares é comum que os alunos utilizem este espaço para resumir todo o assunto já escrito no trabalho, porém não é isso que esperamos, queremos saber, de fato, o que o aluno realmente compreendeu com toda a pesquisa realizada.
- O ideal portanto é escrever tudo o que ficou gravado em sua mente, de uma maneira rápida e simples.




⇒ BIBLIOGRAFIA


- Aqui você fará uma lista de todas as suas fontes de pesquisa.


BOA SORTE!
EXCELENTE TRABALHO PARA VOCÊ!!!

domingo, abril 05, 2020

A parceria secular entre China e Brasil


A parceria entre Chineses e Brasileiros se dá bem antes dos conceitos: Direita X Esquerda, Comunista X Capitalista, Vírus X Verme....

Uma parceria que se dá pelo trabalho, arte, inspiração e afetos. Nos 12 Profetas em Congonha?MG, por nunca ter ido á Ásia, o gênio Aleixadinho usou para talhar o rosto destes, a aparência de chineses, pois, estes é que com suas mãos extraiam o ouro das Minas Gerais.

Independente de aloprados deputados, ela continuará presente

“Quando os portugueses chegaram ao Brasil, outra nau desembarcou na região de Macau, na Ásia, nos anos 1500. E nas viagens de exploração, muitos portugueses trouxeram para cá chineses. Eram pessoas habilidosas com as artes e que foram contratadas para fazer a finalização das pinturas nas igrejas”







Por Rafael Sette Câmara Postado em 09-10-2018 | Atualizado em 10-10-2018

No pequeno templo de uma cidade do interior, torres, flores e pássaros chineses ornamentam as paredes. As pinturas, com séculos de existência, transportam o turista para o Oriente, mas estão em Minas Gerais. Embora seja uma relação pouco conhecida, a cultura chinesa deixou marcas fortes em várias igrejas do período colonial. São as chinesices, termo que fala da imitação ou adoção de padrões chineses na arquitetura – e que tiverem seu auge durante o Ciclo do Ouro.
Dentre as igrejas mineiras, nenhuma é mais rica em chinesices que a de Nossa Senhora do Ó, em Sabará, a apenas 15 quilômetros de Belo Horizonte. Construída no século 18 e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, essa simpática igrejinha guarda um interior impressionante, a ponto de ter sido chamada pelo arquiteto e historiador Sylvio de Vasconcellos (1916 – 1979) de “o próprio ouro das Minas”.

Por fora, cascalho rude; por dentro o mais valioso metal. Por fora posta em modéstias; por dentro esplendendo em belezas
Sylvio de Vasconcellos, no livro Minas: cidades barrocas
Na Igreja do Ó, detalhes em dourado mostram os pagodes, templos chineses com várias beiradas. Também em Sabará, a Igreja Matriz da Conceição guarda mais chinesices, desde pinturas vermelhas e com motivos orientais, que se destacam nas laterais da capelamor, até santos com olhos puxados e colunas nos formatos de dragões.

Catas Altas e Barão de Cocais, cidades que ficam nos arredores da capital mineira, também têm igrejas coloniais com pinturas e obras de influência chinesa. Em Milho Verde, a 250 km de Belo Horizonte, as chinesices marcam presença  na Capela de Nossa Senhora dos Prazeres, embora algumas das obras tenham sido cobertas com tinta branca, como mostra um estudo de Alessandra Rosado, Marcos Gohn e Luiz Souza, da Escola de Belas Artes da UFMG. Na base de uma pilastra, um inconfundível dragão deixa claro a presença chinesa. O que é curioso, já que, como os pesquisadores lembram:

Para os cristãos, o dragão está associado a uma forma demoníaca, como aparece nas iconografias de São Miguel e de São Jorge. No leste asiático, ele é considerado uma divindade benevolente e está associado à fortuna, prosperidade e poder. É representado, geralmente, sem asas, na cor amarela e com corpo de serpente, sendo o restante do corpo constituído por partes provindas de outros oito animais.

Em Mariana, dromedários, elefantes e tigres mostram um pedaço da Ásia, enquanto em Ouro Preto as capelas do Padre Faria e de Bom Jesus das Flores do Taquaral têm trabalhos de influência chinesa. Mas ali a maior quantidade delas pode ser encontrada na Igreja Matriz de Santa Efigênia, que fica no alto da ladeira de mesmo nome.
Segundo a tradição, esse templo foi construído por encomenda do escravo alforriado Chico Rei. Além de obras e traços chineses, a igreja conta com a pintura de um Papa Negro e vários elementos da religiosidade africana.

Quando a China chegou ao Brasil

“Quando os portugueses chegaram ao Brasil, outra nau desembarcou na região de Macau, na Ásia, nos anos 1500. E nas viagens de exploração, muitos portugueses trouxeram para cá chineses. Eram pessoas habilidosas com as artes e que foram contratadas para fazer a finalização das pinturas nas igrejas”, diz a historiadora Margareth Monteiro, que é vice-diretora do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto.
Ela explica que, como a maioria desses profissionais não estava no Brasil na condição de escravos, eles não eram vigiados e conseguiam colocar elementos chineses em suas obras. Após trabalharem por um tempo no Brasil, muitos chineses voltaram para sua terra. Alguns acabaram ficando por aqui, seja por escolha própria, seja por falta de condições para pagar a viagem de volta.
É preciso que a pessoa conheça um pouco da arte chinesa para entender o que são aqueles pássaros, pagodes, tigres, cavaleiros chineses e flores. Só assim para entender por que aquilo ali está presente numa arte barroca e cujos elementos são basicamente europeus.
O auge das chinesices ocorreu antes de nomes consagrados da arte brasileira começarem a trabalhar, como Aleijadinho e Mestre Ataíde.  “Os chineses trabalhavam muito com preto, dourado e vermelho. É uma composição maravilhosa e que está nas igrejas mais famosas. Ali existe uma miscelânea das culturas negra, europeia e asiática.
Para achá-las, é preciso um olhar cuidadoso, já que as chinesices estão espalhadas pelos templos. “Quando se observa atentamente cada detalhe, você encontra uma planta, uma casa, o traço fino da influência chinesa, tudo isso se misturando com o elemento do barro”, diz ela, que destaca que os artistas chineses usavam muito marfim, conchas e madrepérolas, produtos que chegavam ao Brasil nos mesmos navios que os artistas.
Olhar com atenção foi o que fez o fotógrafo Eduardo Trópia, que há 45 anos vive em Ouro Preto. Ao perambular pelas igrejas da cidade com uma amiga que é historiadora, ele descobriu as chinesices da Igreja de Santa Efigênia. “São quatro painéis enormes, no altar principal, muitas vezes ficam escondidos, porque é escuro, tem móveis na frente”, diz ele.
Convidado para participar de uma Bienal na China, o fotógrafo percorreu as igrejas de Ouro Preto para fotografar a influência oriental no Brasil Colônia. O resultado foi a Exposição Barroco x Chinesice, que ocorreu em 2017 no Museu da Inconfidência e conta com 13 fotografias. Para Eduardo Trópia, a recepção deixou claro que esse assunto é pouco conhecido até pelos moradores da cidade. “A exposição trouxe a curiosidade. Muita gente já tinha ouvido falar das chinesices, mas nunca tinha visto. E a maioria não sabia que isso existia. Como é algo muito pouco falado, quem sabe disso são historiadores ou gente ligada à área”, explica ele, que destaca que esse é “um pedaço da história brasileira que está num estágio muito embrionário de conhecimento”.
Agora, Eduardo planeja viajar pelo Brasil em busca de outras igrejas onde as chinesices estão presentes. E não só em Minas Gerais, mas também em Embu das Artes, município de São Paulo, e também em Pernambuco e na Bahia. Enquanto planeja para que o trabalho seja apresentado em Belo Horizonte e outras capitais brasileiras, o fotógrafo expõe os quadros de forma permanente em seu ateliê, em Ouro Preto.

Alguns dos lugares onde podem ser encontradas chinesices. Sabe de outras? Deixe um comentário!
Igreja Igreja Matriz de Santa Efigênia, em Ouro Preto.
Capela do Padre Faria, em Ouro Preto.
Capela de Bom Jesus das Flores do Taquaral, em Ouro Preto.
Museu da Inconfidência, em Ouro Preto, tem em seu acervo peças que recontam a história chinesa do Brasil colonial, como telhas. Mas a obra mais importante – e que hoje faz parte da reserva técnica do museu – é uma liteira cujos suportes de madeira são dragões.
Ateliê Eduardo Trópia: Rua São José, 165, Ouro Preto. Exposição Barroco x Chinesice.
Catedral da Sé, em Mariana.
Igreja de Nossa Senhora do Ó, em Sabará.
Igreja Matriz da Conceição, em Sabará.
Capela de Nossa Senhora dos Prazeres, em Milho Verde, distrito do Serro.
Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Catas Altas.
Igreja de Sant’ana, em Barão de Cocais.
Chinesice – para saber mais:
A China do Brasil: influências, marcas, ecos e sobrevivências chinesas na sociedade e na arte brasileiras, de José Roberto Teixeira Leite. Editora Unicamp, 1999.
Aspectos de uma pintura retabular com chinesice, na capela de Nossa Senhora dos Prazeres, Distrito de Milho Verde. De Marcos Gohn, Alessandra Rosado e Luiz Souza, da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.

Fonte: Medidional 360

A DOENÇA DETECTADA E O REMÉDIO DA PF NÃO CURA A DOENÇA DE DUQUE DE CAXIAS, A OPOSIÇÃO TEM QUE BUSCAR A VACINA

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