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quarta-feira, novembro 22, 2023

DRAMATIZAÇÃO DA TURMA CN 3002/2023 - DO LIVRO "A REVOLUÇÃO DOS BICHOS"

A Revolução dos Bichos (Animal Farm, em inglês) é um romance que foi escrito em 1945 por George Orwell. Trata-se de uma das obras mais emblemáticas do escritor e ensaísta indiano. Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século XX, A revolução dos bichos é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos.

O Compositor pesquisado pela turma foi Gonzaguinha 

Gonzaguinha

Cantor e compositor brasileiro

Biografia de Gonzaguinha

Gonzaguinha (1945) foi um cantor e compositor brasileiro. Autor de grandes sucessos como, Sangrando, Eu Apenas Queria Que Você Soubesse, Começaria Tudo Outra Vez e Não Dá Mais Para Segurar - Explode Coração.

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945), conhecido por Gonzaguinha, nasceu no morro de São Carlos, no Estácio, Rio de Janeiro, no dia 22 de setembro de 1945.

Infância e juventude

Filho de Luiz Gonzaga e da cantora e dançarina Odaléia Guedes dos Santos, ficou órfão de mãe com dois anos de idade. Foi criado pelo padrinho Henrique Xavier e pela madrinha Dina.

Gonzaguinha aprendeu cedo a fazer música no convívio com Pafúncio, membro da ala de compositores da Unidos de São Carlos. Os primeiros acordes de violão ele aprendeu com o padrinho.

Do pai, recebia algum dinheiro para pagar os estudos e umas visitas esporádicas. O jovem ia crescendo e aprendendo as durezas da vida.

Com 16 anos, Gonzaguinha decidiu morar com o pai, para continuar os estudos. Na época, Helena, a esposa do Rei do Baião, não aceitou o garoto, a quem chamava “bastardo”.

Sem muita opção, o menino aceitou completar os estudos como interno em um colégio. Em 1967, ingressou na Faculdade de Ciências Econômicas Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

Carreira musical

Suas primeiras composições surgiram quando passou a frequentar as rodas de violão na casa do psiquiatra Aluísio Porto Carreiro, pai de Ângela, com quem se casou e teve dois filhos, Daniel e Fernanda.

Nessa época, ele ficou amigo de Ivan Lins, César Costa Filho, Aldir Blanc e Dominguinhos, com quem fundou o Movimento Artístico Universitário o (MAU).

Logo começou a participar de Festivais Universitários de Música, e em 1968 foi o finalista com a música “Pobreza por Pobreza”. Em 1969 ganhou o primeiro lugar com a música “Trem”.

Gonzaguinha transformava as dificuldades de sua vida em uma aguda consciência política e social, que se tornaria matéria prima fundamental de suas composições.

Década de 70

A grande mudança em sua carreira veio em fevereiro de 1973, quando se apresentou no programa de Flávio Cavalcanti, quando cantou a música “Comportamento Geral”.

Acusado de terrorista pelos jurados do programa, recebeu uma advertência da censura no dia seguinte, mas a polêmica causada levaria sua música a ocupar as paradas de sucesso e seu compacto logo esgotou.

Nessa época, vivia-se um tempo de perseguições e de censura pelo regime militar e a música “Comportamento Geral” foi proibida em todo o país. Gonzaguinha foi levado ao DOPS para prestar esclarecimentos. Mesmo com a perseguição e várias músicas censuradas, Gonzaguinha gravou os discos: Gonzaguinha (1974), Plano de Voo (1975) e Começaria Tudo Outra Vez (1976).

Esse último disco representou uma virada em sua carreira. A música título foi um grande sucesso, e a partir daí suas músicas se tornaram mais românticas, mesmo sem abandonar as preocupações sociais.

Em 1979, na voz de Maria Betânia, o compositor estourava no mercado musical com “Não Dá Mais Para Segurar”, que ficou conhecida como “Explode Coração”.

Década de 80

Durante a década de 80, com suas canções belíssimas, Gonzaguinha foi um dos compositores mais requisitados do mercado brasileiro. Teve suas músicas gravadas por Elis Regina (Eu Apenas Queria Que Você Soubesse), Simone (Começaria Tudo Outra Vez) 

Entre suas próprias gravações, destacam-se: “Nada Será Como Antes” (1981) e “Lindo Lago do Amor” (1984).

Em 1981, Gonzaguinha iniciou uma turnê pelo país ao lado de Luiz Gonzaga, com o show “Vida de Viajante”, o que selou o reencontro dos dois. No mesmo ano, foi lançado o CD duplo - "Gonzagão & Gonzaguinha - A Vida do Viajante" gravado ao vivo.

gonzaguinha

Gonzaguinha é também pai de Amora, fruto de sua relação com Sandra Pera, do grupo As Frenéticas.

Os últimos 12 anos de sua vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte, com sua terceira esposa, Louise Margarete, com quem teve a filha Mariana.

Gonzaguinha faleceu em Renascença, Paraná, no dia 29 de abril de 1991, após sofrer um acidente de carro na estrada.

DRAMATIZAÇÃO DA TURMA CN 3001/2023 - DO LIVRO "O DITADOR

Livro de Sidney Sheldon O DITADOR - 1ªED.(1995) Livro de suspense e ação em que o ator Eddie Davis, endividado e sem emprego, aceita um papel secundário na peça "My Fair Lady" que vai ser encenada num pequeno país da América do Sul. Ao chegar no lugar é reconhecido como sósia do ditador Ramón Bolívar que o convida para representá-lo por algumas semanas. Eddie Davis é um ator que não arruma papeis, sua esposa está no estágio terminal da gravidez e ele devem muito, até que o seu 'empresário' dá pra ele um papel em uma peça que entrará em tour pela América do Sul, ele então parte deixando Mary, sua esposa, e vai para Amador. Amador é um país fictício que fica entre a Colômbia e a Bolívia, que tem como líder um ditador carrasco que só pensa em ficar mais rico e a população mais pobre, ele é Ramón Bolívar, que descobre ter que fazer uma cirurgia e não pode deixar o posto se não a população o tira do poder. A salvação está com Eddie que se parece muito com o ditador. O livro é super cômico, e super leve. Quem lê os outros romances do Sidney pode leva um choque com a temática do livro, mas logo gosta. Adorei todos os personagens e achei muito bom o final. O livro tem cerca de 158 páginas e dá pra ler em menos de 1 hora. E vocês já leram o livro?



 

A TURMA ESTUDOU A OBRA DE GERALDO VANDRÉ
Geraldo Vandré, o retrato de uma geração Nascido na Paraíba e radicado no Rio, Geraldo Vandré foi um dos mais enigmáticos personagens da música brasileira. Colaborador do Centro Popular de Cultura da UNE (CPC) desde 1961, conheceu ali o também compositor Carlos Lyra, que se afastava da bossa nova em direção a uma música mais engajada. Logo fizeram juntos as primeiras canções, como “Aruanda“. Mas foi em 1966 que Vandré ganhou repercussão nacional. Naquele ano, inscreveu no Festival da TV Record a música “Disparada“, composta com Théo de Barros e defendida por Jair Rodrigues. Dividiu o primeiro lugar com Chico Buarque, que concorria com “A Banda“, na voz de Nara Leão. A consagração veio dois anos depois, quando “Para Não Dizer Que Não Falei das Flores“, também conhecida como “Caminhando”, ficou em segundo lugar no 3º Festival Internacional da Canção, atrás de “Sabiá”, de Tom Jobim e Chico Buarque, o mesmo adversário de 1966. A derrota enfureceu a plateia. “Caminhando”, afinal, era um tapa na cara da ditadura como ninguém jamais tinha ouvido. E Vandré, àquela altura, era ovacionado como o mais valente dos compositores. Especula-se que a euforia causada pela canção tenha apressado o Ato Institucional Nº 5 (AI-5), dali a um mês e meio. Vandré se exilou no Chile e de lá viajou para Alemanha e França. Quando voltou, em 1973, já não era o mesmo. Decidiu que só faria “canções de amor” e, para espanto de seus fãs, compôs “Fabiana“, em homenagem à FAB, a Força Aérea Brasileira.

segunda-feira, outubro 16, 2023

DUQUE DE CAXIAS/RJ ESTÁ EM ÚLTIMO LUGAR EM GESTÃO EFICIENTE DO ROYALTIES DO PETRÓLEO(EDUCAÇÃO EM PÉSSIMO RENDIMENTO)

 DUQUE DE CAXIAS/RJ ESTÁ EM ÚLTIMO LUGAR EM GESTÃO EFICIENTE DO ROYALTIES DO PETRÓLEO(EDUCAÇÃO EM PÉSSIMO RENDIMENTO)

A aplicação pouco estratégica dos royalties do petróleo por parte de municípios do estado do Rio de Janeiro tem derrubado os índices relacionados a áreas da educação, saúde, proteção social, mobilidade e gestão. É o que aponta a primeira edição da pesquisa “Petróleo e Condições de Vida: qualidade da governança pública em municípios com atividades de Petróleo e Gás”, lançada nesta terça-feira (07) pela Agenda Pública.

A ONG (Organização Não Governamental), que auxilia prefeituras e empresas pelo país a cooperarem na formulação de políticas públicas, utilizou dados disponíveis em plataformas oficiais sobre os 20 municípios brasileiros que mais receberam rendas, seja de royalties ou participações especiais das atividades de petróleo e do gás natural, entre 2022 e o primeiro semestre de 2023 (em torno de R$ 23,11 bilhões no total). Ao eleger os 20 municípios com maiores receitas, a pesquisa acabou por abranger principalmente cidades do estado do Rio de Janeiro, que concentra os recursos obtidos pelos municípios com as rendas do petróleo. A única exceção entre elas é Ilhabela/SP.
“No Estado do Rio, é possível identificar claramente exemplos de aplicação dos recursos do petróleo de forma pouco estratégica e imediatista, o que afeta desenvolvimento dos municípios beneficiados, no médio e no longo prazos”, alerta Sergio Andrade, cientista político e diretor da Agenda Pública.
“Investimentos estratégicos procuram mitigar desigualdades existentes, sem descuidar do futuro, apostando em diversificação econômica, infraestrutura e educação, por exemplo”, afirma.
Os municípios foram divididas em três grupos: municípios com mais de 300 mil habitantes; municípios com 100 mil a 300 mil habitantes; e municípios com até 100 mil habitantes. No grupo com as maiores populações, Duque de Caxias amargou a última colocação com uma nota de 2,96 na média relacionada aos serviços prestados aos munícipes. A sua nota mais baixa foi na área de educação (0,86) e a média foi compensada pela nota em gestão de qualidade (6,31). O ranking geral do grupo é liderado por Niterói (5,69) e composto ainda pelo Rio de Janeiro (4,71) e Campos de Goytacazes (3,26).
da Agenda Pública
Problemas na aplicação dos royalties do petróleo derruba índices de cidades cariocas
A aplicação pouco estratégica dos royalties do petróleo por parte de municípios do estado do Rio de Janeiro tem derrubado os índices relacionados a áreas da educação, saúde, proteção social, mobilidade e gestão. É o que aponta a primeira edição da pesquisa “Petróleo e Condições de Vida: qualidade da governança pública em municípios com atividades de Petróleo e Gás”, lançada nesta terça-feira (07) pela Agenda Pública.
A ONG (Organização Não Governamental), que auxilia prefeituras e empresas pelo país a cooperarem na formulação de políticas públicas, utilizou dados disponíveis em plataformas oficiais sobre os 20 municípios brasileiros que mais receberam rendas, seja de royalties ou participações especiais das atividades de petróleo e do gás natural, entre 2022 e o primeiro semestre de 2023 (em torno de R$ 23,11 bilhões no total). Ao eleger os 20 municípios com maiores receitas, a pesquisa acabou por abranger principalmente cidades do estado do Rio de Janeiro, que concentra os recursos obtidos pelos municípios com as rendas do petróleo. A única exceção entre elas é Ilhabela/SP.
“No Estado do Rio, é possível identificar claramente exemplos de aplicação dos recursos do petróleo de forma pouco estratégica e imediatista, o que afeta desenvolvimento dos municípios beneficiados, no médio e no longo prazos”, alerta Sergio Andrade, cientista político e diretor da Agenda Pública. “Investimentos estratégicos procuram mitigar desigualdades existentes, sem descuidar do futuro, apostando em diversificação econômica, infraestrutura e educação, por exemplo”, afirma.
Os municípios foram divididas em três grupos: municípios com mais de 300 mil habitantes; municípios com 100 mil a 300 mil habitantes; e municípios com até 100 mil habitantes. No grupo com as maiores populações, Duque de Caxias amargou a última colocação com uma nota de 2,96 na média relacionada aos serviços prestados aos munícipes. A sua nota mais baixa foi na área de educação (0,86) e a média foi compensada pela nota em gestão de qualidade (6,31). O ranking geral do grupo é liderado por Niterói (5,69) e composto ainda pelo Rio de Janeiro (4,71) e Campos de Goytacazes (3,26).
Já a cidade de Magé conta com a pior nota no grupo intermediário, calculada em 3,57. Seu pior índice foi em proteção social (2,20) e o maior foi em gestão de qualidade (5,03). O ranking geral do grupo conta com Macaé (5,28), Maricá (5,27), Angra dos Reis (4,97), Rio das Ostras (4,96) e Cabo Frio (3,99).
Por fim, no grupo com população até 100 mil habitantes, a pior colocação foi a de Paraty com a nota 4,83. A cidade recebeu teve o pior índice na área de mobilidade urbana (3,20) e o melhor em desenvolvimento econômico (6,16). A lista geral do grupo contém os municípios de Ilhabela (7,02), Arraial do Cabo (6,20), Iguaba Grande (6,17), São João da Barra (5,76), Casimiro de Abreu (5,52), Armação dos Búzios (5,44), Quissamã (5,40) e Saquarema (4,99).

Entenda a extração do petróleo no país

Os recursos da atividade econômica são a principal receita das cidades analisadas na maior parte dos casos. A extração de petróleo movimenta a economia de maneira indireta e direta. “Além das receitas exclusivas, impostos, taxas e contribuições municipais decorrentes do conjunto de atividades vinculadas, as rendas do petróleo e gás financiam de modo direto grande parte da atividade pública, serviços e infraestruturas existentes nessas localidades. Há uma importância central da indústria de petróleo e gás e impactos positivos e negativos nesses municípios”, explica Sergio Andrade.
Entre as principais empresas de petróleo e gás que operam no pré-sal brasileiro, estão a Petrobras (principal operadora do pré-sal brasileiro), Equinor, Shell, Repsol Sinopec (joint venture) e TotalEnergies. Além dessas empresas, também estão envolvidas nas operações do pré-sal brasileiro BP, Petrogal (Galp Energia), Enauta, PetroRio e Dommo.
Para a Agenda Pública, é essencial que as empresas envolvidas no setor adotem medidas compensatórias e mitigatórias, tal como previsto nos termos de licenciamento socioambiental adotados pelo país. Contudo, é necessário ir além da conformidade. “As empresas têm deixado a desejar. Para elevar a performance dos municípios, conforme verificado na pesquisa, seria necessário atuar para o desenvolvimento de capacidades institucionais para a prestação de serviços públicos com maior qualidade, bem como para criação de estratégias de desenvolvimento econômico de longo prazo orientadas para a transição justa para a economia de baixo carbono”, finaliza.
Fonte: Jornal GGN 14/10/2023

Sionistas em grupo deWhatsApp ameaçam blogueiro Judeu

 Mensagens trocadas por integrantes do grupo sionista relatam possíveis atos de violência contra o jornalista e outras formas de retaliação a ele e outros alvos

Breno Altman

Um grupo de WhatsApp chamado "Jew Politics", formado por 299 integrantes de comunidades sionistas (Judeus da Extrema-Direita) no Brasil, tem trocado mensagens com ameaças de agressões ao jornalista Breno Altman, judeu e editor do Opera Mundi, que tem feito várias manifestações contra o "apartheid", o "estado colonial de Israel" e o "genocídio" que vem sendo promovido pelo governo de Benjamin Netanyahu contra o povo palestino na Faixa de Gaza. Nas mensagens, obtidas pela redação do Brasil 247, constam ameaças de agressões e de retaliações de outra natureza, além de insultos ao jornalista.

Uma das mensagens mais agressivas foi postada por Patrick Peres. "Tem que dar um cala boca na porrada, precisa arrancar os dentes da boca desse fdp e cortar os dedos fora para parar de escrever e falar merda", afirma. 

Mensagem contra Breno Altman 1
Mensagem contra Breno Altman 1(Photo: Reprodução WhatsApp)

Em outra mensagem, um perfil que se identifica como Ariel Jew Krok compartilha um post do também jornalista Caio Blinder, em que Altman é comparado a um kapo. Os kapos foram judeus que serviram como agentes nazistas nos campos de concentração.

Mensagem Breno Altman 2
Mensagem Breno Altman 2(Photo: Reprodução WhatsApp)

No diálogo, Ricardo Kahn contesta a comparação com os kapos, porque, segundo ele, alguns colaboracionistas do passado, agiriam desta forma para salvar a própria pele, em circunstâncias adversas. Em seguida, Vivian afirma que "tem gente trabalhando para calar a boca dele". 

Mensagem Breno Altman 3
Mensagem Breno Altman 3(Photo: Reprodução WhatsApp)

Na sequência do diálogo, Fernando Plapler diz que "tinha que dar um pau nesse kapo". 

Mensagem Breno Altman 4
Mensagem Breno Altman 4(Photo: Reuters)

Nos diálogos, os integrantes do grupo também listam os nomes de outros potenciais judeus traidores da causa sionista, mencionando nomes como o jornalista Andrew Fishman, editor do Intercept, e o professor Michel Gherman, estudioso de questões judaicas. Eduardo Finger chega a propor uma campanha contra Gherman.


A DOENÇA DETECTADA E O REMÉDIO DA PF NÃO CURA A DOENÇA DE DUQUE DE CAXIAS, A OPOSIÇÃO TEM QUE BUSCAR A VACINA

 Além da Operação Anáfora: a oposição precisa de um projeto, não apenas de holofotes A Polícia Federal cumpriu seu papel ao escancarar, mais...