Lucas Ribeiro Leitão, trabalha como corretor de imóveis, foi preso neste domingo (29) pela Polícia Civil do
Distrito Federal sob suspeita de planejar um atentado em Brasília.
As investigações tiveram início no sábado (28), após a Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento da Polícia Civil do DF (DPCEV) receber denúncias anônimas relatando a chegada de um indivíduo a Brasília com a intenção de cometer atentados violentos.
Com base nas informações recebidas, a equipe
policial iniciou o monitoramento do suspeito Lucas Leitão Ribeiro, 30, que
pegou carona em um caminhão rumo à capital, e efetuou sua prisão temporária,
além de outras medidas judiciais.
A prisão foi feita ainda na Bahia, próximo à
fronteira com o estado de Goiás. A Polícia Civil da Bahia, por sua vez,
informou que não houve comunicação ou participação na referida prisão.
De acordo com informações preliminares, o suspeito
teria manifestado intenções de realizar ataques na capital federal com
"graves consequências".
O homem está sob custódia da Polícia Civil do DF e
à disposição da Justiça. As investigações continuam, com o objetivo reunir
outros elementos relacionados ao caso.
A Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo
Violento da Polícia Civil do DF foi criada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB)
após o atentado na praça dos Três Poderes cometido por Francisco Wanderley Luiz
em novembro deste ano. O objetivo foi criar uma instância que atuasse na
prevenção, para que episódios semelhantes não voltassem a ocorrer.
Em sua criação, foram designados dois delegados e
23 policiais, além de cartório, seção de análise técnica, seção de fontes
humanas, seção de investigação, seção de investigação cibernética e seção de
operações para mapear as tentativas de atentados no DF.
Casos de distúrbios psíquicos tem atraído estes tipos de elementos para a extrema-direita, na capital do Brasil, também advogado foi preso em frente a um quartel dizendo que iria explodir um quartel, ele havia sido acusado no dia anterior agredido a esposa. Em relação ao personagem desta matéria, a família ajudou nas investigações, demostrando que a separação da esposa, o fim de sua empresa de corretagem e outros eventos vieram deteriorando a mente de Lucas Ribeiro.
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